Sucedeu a seu pai Jeoiaquim (599 a.C.), quando tinha somente oito anos de idade e reinou durante cem dias (2Cr 36:9). É também chamado Jeconias (Jr 24:1; Jr 27:20; etc.) e Conias (Jr 22:24; Jr 37:1). Sucedeu-lhe o seu tio, Matanias . Foi o último herdeiro directo da coroa judaica. Foi levado cativo por Nabucodonozor para a Babilónia, juntamente com a “nata” da nobreza, todos os homens importantes e um grande corpo da população em geral, cerca treze mil ao todo (2Rs 24:12-16; Jr 53:28). Após um encarceramento de 37 anos (Jr 52:31, 33), foi libertado por Evil-Merodaque, que permitiu que ele ocupasse um lugar na casa do rei e se sentasse à sua mesa, recebendo “a sua porção quotidiana até ao dia da sua morte, todos os dias da sua vida” (Jr 52:32-34).
quinta-feira, 19 de março de 2009
Sucedeu a seu pai Jeoiaquim (599 a.C.), quando tinha somente oito anos de idade e reinou durante cem dias (2Cr 36:9). É também chamado Jeconias (Jr 24:1; Jr 27:20; etc.) e Conias (Jr 22:24; Jr 37:1). Sucedeu-lhe o seu tio, Matanias . Foi o último herdeiro directo da coroa judaica. Foi levado cativo por Nabucodonozor para a Babilónia, juntamente com a “nata” da nobreza, todos os homens importantes e um grande corpo da população em geral, cerca treze mil ao todo (2Rs 24:12-16; Jr 53:28). Após um encarceramento de 37 anos (Jr 52:31, 33), foi libertado por Evil-Merodaque, que permitiu que ele ocupasse um lugar na casa do rei e se sentasse à sua mesa, recebendo “a sua porção quotidiana até ao dia da sua morte, todos os dias da sua vida” (Jr 52:32-34).
JOÃO BAPTISTA
O percursor de Jesus”. Apenas temos narrativas imperfeitas e fragmentadas sobre ele nos Evangelhos. Era descendente de sacerdotes. O seu pai, Zacarias, era um sacerdote da ordem de Abias (1Cr 24:10) e a sua mãe, Isabel, era das filhas de Aarão (Lc 1:15). A missão de João foi objecto de uma profecia (Mt 3:3; Is 40:3; Ml 3:1). O seu nascimento, que teve lugar seis meses antes do de Jesus, foi predito por um anjo. Zacarias, privado da fala como prova de que Deus falava a verdade e uma censura à sua própria incredulidade, no que se referia ao nascimento do seu filho, pôde falar novamente por ocasião da sua circuncisão (Lc 1:64). Depois disto, nada mais está registado sobre ele durante um período de trinta anos e só é mencionado novamente em Lc 1:80. João era nazireu desde o seu nascimento (Lc 1:15; Nm 6:1-12). Ele passou os seus primeiros anos na região montanhosa de Judá, situada entre Jerusalém e o Mar Morto (Mt 3:1-12).
Com o tempo, tornou-se numa figura pública e grandes multidões de “todas as origens” se sentiram atraídas por ele. A essência da sua pregação era a necessidade de arrependimento. Denunciou os saduceus e os fariseus como uma “raça de víboras” e avisou-os sobre a loucura de se confiar nos privilégios externos (Lc 3:8). Como pregador, João era eminentemente prático e discriminativo. O amor próprio e a cobiça eram os pecados que permaneciam entre o povo. A eles, no entanto, ele intimou a que fossem caridosos e tivessem consideração pelos outros. Advertiu os publicanos contra a extorção e os soldados contra o crime e a pilhagem. A sua doutrina e modo de vida influenciaram todo o sul da Palestina e pessoas de todos os lados vinham reunir-se no local onde ele se encontrava, nas margens do Jordão. Aí ele baptizou milhares de arrependidos.
A fama de João chegou aos ouvidos de Jesus, em Nazaré (Mt 3:5) e ele veio da Galileia até ao Jordão, a fim de ser baptizado por João, pois ele era “cheio de justiça”. O ministério especial de João terminou com o baptismo de Jesus, que deveria agora “aumentar”, tal como o rei que volta para o seu reino. Contudo, ele continuou por mais algum tempo a dar testemunho da messianidade de Jesus. Ele chamou a atenção dos seus discípulos para Jesus, dizendo: ‘Eis o Cordeiro de Deus’. O seu ministério público terminou repentinamente (após cerca de seis meses de actividade), quando foi encarcerado por Herodes, a quem ele tinha reprovado, por este estar junto com a mulher do seu irmão Filipe (Lc 3:19). Foi encarcerado num dos castelos de Herodes, uma fortaleza na extremidade sul da Pereia, 14 Kms a Este do Mar Morto e aí foi decapitado. Os seus discípulos, tendo enterrado o corpo, foram contar a Jesus o que acontecera (Mt 14:3-12). A morte de João ocorreu justamente antes da terceira Páscoa do ministério de Jesus. O próprio Jesus testificou que “ele era a candeia que ardia e alumiava” (Jo 5:35).
domingo, 15 de fevereiro de 2009
1. Um que, juntamente com Anás e Caifás, esteve presente no julgamento dos apóstolos Pedro e João (At 4:6). Era familiar do sumo sacerdote. Para além disto, não passa de um desconhecido;
1. Um corita chefe de uma das divisões de porteiros do templo (1Cr 26:3);
JOACAZ
O Senhor segurou (a minha mão).
O 12º rei de Israel (se Tibni for considerado), filho e sucessor de Jeú. Governou durante 17 anos (c. 814-798 a.C.). O reino enfraquecido que herdou do seu pai sofreu numerosos castigos penalizadores pela sua apostasia (2Rs 13:1-3). Dois reis de Damasco, primeiro Hazael e mais tarde Ben-Hadad III oprimiram Israel reduzindo as suas defesas a 50 cavaleiros, 10 carros de guerra e 10.000 soldados de infantaria (2Rs 13:3,7). Se recordarmos que Acabe era capaz de reunir 2000 carros de guerra, menos de 50 anos antes, fica bem clara a extensão da degradação do reino. Em desespero, Joacaz voltou-se para o Senhor, e como resultado de uma conversão parcial, recebeu ajuda inesperada através de um "salvador" (2Rs 13:4,5), provavelmente Adad-nirani III da Assíria (c. 810-782 a.C.). Adad-nirani invadiu a Síria em 806 e forçou o rei de Damasco a pagar tributo, empobrecendo de tal modo os reis de Damasco que estes durante algum tempo estiveram impossibilitados de molestar Israel.
Jocaz foi sepultado em Samaria e sucedeu-lhe no trono o seu filho Jeoás.
JOABE
Jeová é o seu pai. Um dos três filhos de Zeruia, a irmã de David e “capitão do exército” durante todo o reinado de David (2Sm 2:13; 2Sm 10:7; 2Sm 11:1; 1Rs 11:15). O nome do seu pai não é mencionado em lado nenhum, embora seja mencionado o seu sepulcro em Belém (2Sm 2:32). Os seus irmãos eram Abisai e Asael, aquele que era ligeiro de pés e que foi morto por Abner (2Sm 2:13). Algum tempo mais tarde, tomou de assalto a fortaleza do Monte Sião e por causa disso foi elevado ao posto de “chefe do exército do rei” (2Sm 5:6-10); 1Cr 27:34). As suas proezas militares foram: 1) contra as forças aliadas da Síria e Amom; 2) contra Edom (1Rs 11:15 (2Sm 11:1 (2Sm 18:1-14). Esquecendo-se dos muitos serviços que Joabe lhe prestara, David deu o comando dos seus exércitos a Amasa, o primo de Joabe (2Sm 1-13; 2Sm 19:13). Quando David estava a morrer, Joabe abraçou a causa de Adonias, em vez da de Salomão. Foi, mais tarde, morto por Benaías, à ordem de Salomão, de acordo com a ordem formal do seu pai (2Sm 3:29; 2Sm 20:5-13), junto ao altar para onde Joabe fugira à procura de refúgio. Assim, este conspirador encanecido morreu sem que ninguém elevasse a voz em seu favor. Foi sepultado na sua propriedade no “deserto”, situada provavelmente a noroeste de Jerusalém (1Rs 2:5, 28-34). Benaías substituiu-o no comando do exército.
1. Um dos filhos de Obede-Edom (1Cr 26:4). Um porteiro coraíta;
sábado, 10 de janeiro de 2009
Um patriarca que morava na terra de Uz. Vivendo no meio de grande prosperidade, foi repentinamente submerso por uma série de provas dolorosas que caíram sobre ele. Por entre todos os seus sofrimentos, ele manteve a sua integridade. Mais uma vez Deus o visitou com provas da sua bondade e uma prosperidade ainda maior do que a que ele tinha gozado antes. Depois das provas sofridas, Jó ainda viveu mais 140 anos, morrendo bem velho, um exemplo de integridade para as gerações seguintes (Ez 14:14, 20) e de uma paciência humilde sob as mais dolorosas calamidades (Tg 5:11). A sua história, tanto quanto se sabe, está registada no livro com o seu nome.
Filha de Etbaal, o rei dos sidónios e mulher de Acabe, o rei de Israel (1Rs 16:31). Esta foi a “primeira vez que um rei de Israel se aliou, por casamento, a uma princesa pagã; e a aliança foi, neste caso, peculiarmente desastrosa. Jezabel tem o seu nome na história como representante de todos aqueles que são maliciosos, astuciosos, vingativos e cruéis. Ela foi a primeira grande instigadora da perseguição contra os santos de Deus. Sem princípios, sem que fosse impelida pelo medo quer a Deus, quer aos homens, apaixonada na sua ligação ao culto pagão, ela não se poupou a sacrifícios para manter a idolatria à sua volta em todo o seu esplendor. Quatrocentos e cinquenta profetas ministravam a Baal sob os seus cuidados, para além de quatrocentos profetas dos pequenos bosques (segundo algumas versões, “profetas de Asera”), que comiam à sua mesa (1Rs 18:19). A idolatria também era do tipo mais sensual e baixo”. A sua conduta foi, em muitos aspectos, bastante desastrosa tanto para o reino de Israel, como para o de Judá (1Rs 21:1-29). Com o tempo, ela teve um fim intempestivo. Enquanto Jeú se dirigia para os portões de Jizreel, ela olhou pela janela do seu palácio e disse: ‘Teve paz Zinri, que matou o seu senhor?’ Ele olhou para cima e chamou os seus camareiros, que logo a atiraram da janela, tendo-se ela desfeito no chão, após o que os cavalos dele a atropelaram. Os cães logo a comeram (2Rs 9:7-37), de acordo com as palavras de Elias, o tesbita (1Rs 21:19).
O seu nome passou a ser usado como significado de mulher malvada (Ap 2:20).
É de notar que se diz que ela foi tia-avó de Dido, o fundador de Cartago.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
JEÚ - Aquele que é de Jeová.
1.) Um dos fundibulários benjamitas que se juntou a David em Ziclague (1Cr 12:3);
2.) Filho de Hanani, um profeta de Judá (1Rs 16:1, 7; 2Cr 19:2; 2Cr 20:34) que pronunciou a sentença de Deus contra Baasa, rei de Israel;
3.) Rei de Israel, filho de Jeosafá (2Rs 9:2) e neto de Ninsi. A história da sua subida ao trono é muito interessante. Durante uma batalha contra os sírios, que se tinham tornado cada vez mais problemáticos para com Israel, numa batalha em Ramote-Gileade, Jorão, o rei de Israel, foi ferido; e deixando lá o exército, voltou para Jizreel, para onde o seu aliado Acazias, rei de Judá, também se dirigiu em visita de cortesia (2Rs 8:28, 29). Os comandantes, tendo ficado encarregues de conduzirem a guerra, reuniram-se em concílio; e enquanto estavam envolvidos nas suas deliberações, um mensageiro de Eliseu apareceu no acampamento e tirando Jeú do concílio, conduziu-o a uma câmara escondida, aí o ungiu rei de Israel, retirando-se imediatamente e desaparecendo (2Rs 9:5, 6). Ao ser questionado sobre o que queria o misterioso visitante, ele informou-os sobre o que acontecera e eles imediatamente tocaram as trombetas com todo o entusiasmo, proclamando-o rei (2Rs 9:11-14). Depois, com um grupo que escolheu, dirigiu-se rapidamente a Jizreel onde, com o seu próprio grupo, matou Jorão, atirando-lhe uma seta ao coração (2Rs 9:2, ao tentar escapar, foi fatalmente ferido por um dos soldados de Jeú, em Bete-Gane. Ao entrar na cidade, Jeú ordenou aos eunucos do palácio real que atirassem Jezabel pela janela e o seu corpo serviu de repasto aos animais. Jeú era agora o senhor de Jizreel, de onde comunicou com as autoridades de Samaria, a capital, ordenando que viessem perante ele, no dia seguinte, com as cabeças de todos os príncipes reais dessa cidade. Assim, no dia seguinte, setenta cabeças foram empilhadas à sua porta. Outros 42, relacionados com a casa de Acabe (2Rs 10:12-14), foram também mortos. Através de um estratagema astucioso, ele destruiu todos os adoradores de Baal que encontrou em Samaria (2Rs 10:19-25), assim como o templo do ídolo (2Rs 10:27).
Apesar de todo este aparente zelo pela adoração a Jeová, Jeú ainda tolerava a adoração dos bezerros de ouro em Dã e Betel. Por causa disso, a desaprovação divina caiu sobre ele e o seu reino sofreu uma derrota na guerra contra os sírios (2Rs 10:29-33). Morreu após um reinado de 28 anos (884-856 a.C.) e foi sepultado em Samaria (2Rs 10:34-36). “Foi um daqueles homens ambiciosos, terríveis e decididos mas, ao mesmo tempo, desapaixonados, calculistas e prudentes que Deus, de vez em quando, faz aparecer, a fim de mudar o destino dos impérios e executar os seus julgamentos na Terra”. Ele foi o primeiro rei judaico que entrou em contacto com o poder assírio no tempo de Salmanezer II;
4.) Filho de Obede e pai de Azarias (1Cr 2:38).
JETRO
A sua excelência; ou ganho. Um príncipe ou sacerdote de Midiã que sucedeu a seu pai Reuel. Moisés passou quarenta anos, após sair da corte egípcia, como pastor dos rebanhos de Jetro. Enquanto os Israelitas estavam acampados no Sinai e pouco depois da sua vitória sobre Amaleque, Jetro veio encontrar-se com Moisés, trazendo com ele Zípora e os seus dois filhos. Encontraram-se no “monte de Deus” e Moisés contou-lhe tudo o que o Senhor fizera a Faraó (